Eu lembro do meu último ano de ensino médio, e, por influência  do meu super intelectualmente desenvolvido irmão mais velho, eu estava deslumbrada pelo Universo numa casca de noz. Eu era péssima em física, mesmo. Era boa em matemática, em todas as matérias, de verdade, mas horrível em física. Mas quando eu vi aquele livro, me apaixonei pelas ilustrações, óbvio. Mas, mesmo não entendendo as equações mirabolantes, o discurso era genialmente bonito. E era física.E, dessa forma, quando eu pensava em Stephen Hawking, eu pensava no moço sentado na cadeira, com a cabecinha virada, um gênio, que fez o que fez, mesmo sem conseguir, literalmente, mover um dedo.

Mas essa imagem surreal de genialidade bloqueou totalmente minha capacidade de imaginar que ele tivesse uma vida real, comum. Eu nunca imaginei a vida pessoal do cara, a não pensar em coisas estúpidas do tipo “como será q ele faz pra tomar banho?”

Até que, eu vi esse trailer. E, cá entre nós, o obvio, e já feito, era abordar a carreira brilhante de um físico. Fiquei chocada quando me deparei com uma história de amor. Tipo, como imaginar que esse cara teve uma vida pessoal? Mas, que burra. Me senti uma ignorante quando os dois minutos e pouco de acabaram (às lagrimas), pq eu nunca pensei sobre uma coisa mto clara.

Quão obvio é para o homem que sabe melhor do que qualquer um de nós sobre qualquer força do universo, conhecer a maior de todas as forças que atua nas nossas vidas?

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" - This gonna be a very heavy defeat."

" - But i love him. And he loves me."

Stephen Hawking thetheoryofeverything love