You’ll die alone. Don’t ask for help. They don’t wanna hear you. They don’t give a fuck.

You’ll die alone. Don’t ask for help. They don’t wanna hear you. They don’t give a fuck.

Eu e ele, velhinhos, sentados na varanda, vendo o sol se por.
Não vai acontecer.

Eu e ele, velhinhos, sentados na varanda, vendo o sol se por.

Não vai acontecer.

(Source: unsplash)

when you wake up alone, do you love me still? do you question the choice you made? do you wake up at all?
w h e r e  d o  i  s t a n d ?

when you wake up alone, do you love me still? do you question the choice you made? do you wake up at all?

w h e r e  d o  i  s t a n d ?

Recebi uma carta de uma amiga, com o melhor conselho que poderia ter. Ela me escreveu: “I am really thankful for God, that you could see and experience the Love. And you know  that is really existing thing, even if everything that you see and pass in your life is telling you different. I believe you are passing a hard time now, but i really wish that you’ve experienced with us will give you hope and faith. I really could see that these days something was broken in your heart. And evern if it was painful also, i believe it was for good. Please, keep it.”

O motivo pelo qual ela me escreveu essas palavras foi por ter me visto despedaçada por um coração partido. Ela me viu sucumbir por uma paixão não correspondida. Acontece que, convivendo com ela e com as pessoas as quais ela se referiu na carta, eu descobri o amor, no sentido mais puro que se pode pensar. Tão puro, que me desesperei. Eu pensei que fosse por um homem, mas essas pessoas me presentaram ao amor de Deus. Naquele momento, eu não podia entender a dimensão do que era, e por isso, jamais poderia amar algum homem. O que eu não podia entender antes é que não poderia amar ninguém porque não conhecia o Amor. Me senti uma idiota, por todos “eu te amos” que disse ao longo da vida, sem ao menos saber o significado disso.

Deus me abriu os braços e me chamou. E eu vim. Vim morar com essas pessoas, porque descobri que não posso viver de outra forma, porque viver em comunidade me aproxima Dele. Mas esse chamado incluiu ficar mais próxima do homem que eu amo, mais próxima da forma mais dolorosa que pode existir. Morar com os amigos dele, é conviver com a presença e com a ausência todos os dias, todo o tempo. É muito fácil esquecer, e estar em outro lugar facilitaria muito tentar esquecer, mas hoje eu posso ver o que Deus estava me dizendo e eu não estava escutando: Deus me amava, me amava antes de eu poder enxergá-Lo na minha vida. Deus me ama tanto que quis que eu amasse também, não sò a Ele, e então Ele depositou o amor no meu coração, me dando o maior presente da minha vida. Deus me mostrou que, mesmo tendo esse presente, eu tinha que aprender sobre ama-Lo antes, ter um relacionamento com Ele, estar em comunhão, para que eu fosse capaz de fazer isso com qualquer outra pessoa da minha vida. 

Mesmo hoje, sabendo que este homem que eu amo não está ao meu alcance, eu sou incapaz de abandonar esse amor que sinto. Toda vez que penso em uma forma de tirar isso de mim, é como se tentassse negar Deus no meu coração… eu sinto um calor dizendo que não vai sucumbir a minha vontade egoísta. O Senhor me amou, ainda que eu não O amasse. Se o Pai me ensinou isso, por que eu faria diferente? Que força eu tenho contra o amor, o de verdade, que não se esconde em ego, medo de humilhação, medo de sentir dor? Quem sou eu para negar um presente de Deus? Eu vou, eu vou oferecer o meu sofrimento de não ter o que eu quero todos os dias, apenas sabendo que não se compara a ser acolhida ao braços do Pai que me ama mais do que qualquer homem nesse mundo. E, seguindo o conselho da minha amiga, eu vou guardar esse amor, apenas agradecendo ao Senhor por poder sentir algo tão extraordinário.